Participantes da Formação Continuada em Ecocidadania vivenciam a visão de mundo da Comunicação Não-v


A Comunicação Não-violenta (CNV) foi o tema do oitavo ciclo de oficinas da Formação Continuada em Ecocidadania (FCE), ação da Agenda Integrada de Ecocidadania facilitada pelo Projeto Babitonga Ativa (Univille), entre os meses de outubro e novembro de 2016. Os participantes puderam conhecer mais sobre resolução de conflitos e sobre a forma de expressar opiniões e ideias em ambientes coletivos. Neste ciclo foi realizada a oficina da estrutura curricular:


Metodologias para a sustentabilidade individual e coletiva integrada ao Módulo 1: Identidade Social, Ambiental e Cultural (Oficina 6)


Dentre as primeiras atividades desenvolvidas durante a oficina, os participantes tiveram contato com os princípios da pedagogia do círculo, que orientam ao praticante a falar com intenção, ouvir com o coração e a co-responsabilidade do diálogo. A facilitadora da oficina, a jardineira, pedagoga e ecoeducadora Maria Edite Fernandes Faganello, representante do Instituto Nhandecy também conduziu uma roda de diálogo sobre a origem, objetivos e componentes da CNV, que envolvem a observação, o sentimento, a necessidade e o pedido.


Dentre os aspectos positivos da prática da comunicação não-violenta pelos participantes da FCE está a capacidade em lidar com conflitos em ambientes que demandam alta interação social, como as salas de aula, audiências públicas ou participação em órgãos colegiados. O idealizador da CNV, o psicólogo americano Marshall Rosemberg, explica:


“A CNV nos ajuda a reformular a maneira pela qual nos expressamos e ouvimos o outro. Nossas palavras em vez de serem reações repetitivas e automáticas, tornam-se respostas conscientes, firmemente baseadas na consciência do que estamos recebendo, sentindo e desejando. Somos levados a nos expressar com honestidade e clareza, ao mesmo tempo que damos aos outros uma atenção respeitosa e empática. Em toda troca, acabamos escutando nossas necessidades mais profundas e as dos outros.”

Para a facilitadora da oficina, Maria Edite, a CNV pode ser aplicada em sala de aula pelos professores. “Talvez o mais importante nos processos de transformação comunitária e social é o conhecimento e a habilidade em lidar com os conflitos. Diante desse contexto, a CNV pode ser uma estratégia de mediação de conflitos para as vivências em diversos ambientes como o escolar, familiar ou em grupos colegiados como o Grupo Pró-Babitonga que vem sendo construído. Como afirma Rosemberg, a CNV é uma abordagem específica da comunicação que nos leva a nos entregarmos de coração”, diz.


A Comunicação Não-Violenta se apresenta como uma inovadora visão de mundo para o cenário socioambiental do Ecossistema Babitonga, facilitando assim diálogos, resoluções de conflitos e outras questões que necessitam de estratégias renovadoras para os espaços de interação (pessoal e institucional) socioambiental entre os diversos segmentos da sociedade de entorno da Baía Babitonga.


Contato Instituto Nhandecy (Curitiba) para mais informações: Edite Faganello Querer http://www.institutonhandecy.org.br Edite - 41 9927 3534 (TIM) Facebook: Instituto Nhandecy


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