Projeto Babitonga Ativa recolhe dados sobre serviços ecossistêmicos



O Projeto Babitonga Ativa iniciou suas atividades de pesquisa com a comunidade de pescadores da Baía Babitonga para diagnosticar as mudanças históricas ocorridas no ecossistema e nas espécies mais capturadas pela atividade pesqueira na região, como peixes e crustáceos. Os dados fazem parte de pesquisa de doutorado da bióloga Dannieli Herbst, que visa, identificar, mapear e valorar os serviços ecossistêmicos da região, bem como suas mudanças ao longo do tempo.


Na última quarta-feira (22), o pescador Alfredo Pereira, 78 anos, morador de São Francisco do Sul, passou a tarde compartilhando um pouco dos seus conhecimentos sobre a pesca artesanal na baía. Segundo o seu Alfredo, a maioria das espécies de peixes que eram encontradas abundantemente na região há cerca de 40 anos está em declínio ou desaparecendo. Na opinião dele, quase 90% da diversidade se perdeu.


"Deveria ter um boicote para a gente não comer a comida do peixe, como o camarão. Porque o peixe é igual a gente. Se não come, não sobrevive. E se não tem peixe, o homem não consegue pescar", comparou.

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