GPB termina 2019 com três Câmaras Técnicas ativas

16-Dec-2019

O Grupo Pró-Babitonga (GPB), que tem por objetivo contribuir para a gestão participativa e integrada do Ecossistema Babitonga, encerra o ano de 2019 com sua estrutura consolidada.
Entende-se por Ecossistema Babitonga a lâmina d’água da Baía Babitonga, incluindo seus bosques de manguezal e marisma, além do litoral adjacente a baía, entre a foz dos rios Saí-Guaçú (ao norte) e Itapocu (ao sul), até a profundidade de vinte metros.

Além do colegiado formado por voluntários dos segmentos socioeconômico, público e socioambiental que se reúne mensalmente no auditório do Ministério Público Federal (MPF) de Joinville, SC, as Câmaras Técnicas (CT) complementam a demanda do dinâmico fórum. Na imagem o registro da última reunião do ano da CTCL.

Primeira a ser criada, a Câmara Técnica Canal do Linguado (CTCL) atua para dimensionar os reais impactos da manutenção do canal fechado ou de uma possível reabertura. Coordenada pelo professor dr. Claudio Tureck, da Univille, a CTCL tem como compromisso a produção de subsídios técnicos para orientar as tomadas de decisão e ações necessárias, como a busca por recursos humanos e financeiros, a implantação de obras de engenharia, ações de monitoramento e mitigação dos impactos causados a curto, médio e longo prazo dependendo do cenário adotado.
A Câmara Técnica Fiscalização Ambiental (CTFA) tem o desafio de fazer valer as leis criadas e demonstrar para quem vive no ecossistema da Baía Babitonga que é, sim, possível gerar um desenvolvimento que permita o aproveitamento dos recursos para as atuais e futuras gerações. Coordenado por Thobias Lemke, da Secretaria de Saneamento Ambiental de Garuva, o trabalho da CTFA também vai ao encontro de um trabalho de conscientização partindo das premissas da educação ambiental.
A Câmara Técnica Investimento e Sustentabilidade (CTIS) tem por objetivo estabelecer um mecanismo financeiro para a operacionalização do GPB no longo prazo, bem como trazer oportunidades para o desenvolvimento de projetos socioambientais, proporcionando uma inovação ao modelo de gestão socioambiental do Ecossistema Babitonga. Coordenada por Yuri Batalha, do IPHAN de São Francisco do Sul, a CTIS tem como base o aporte de recursos financeiros provenientes de doações, Termos de Ajuste de Conduta (TAC) e ou acordos judiciais sob responsabilidade do Ministério Público Federal (MPF).
Todas as reuniões do GPB e das Câmaras Técnicas são abertas ao público.
Saiba mais sobre o GPB em www.grupoprobabitonga.com

Assessoria de Comunicação do GPB - DRT 003371 JPSC - comunicacaoprobabitonga@gmail.com

 

 

 

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