Você sabia que há quase 30 comunidades de pescadores na região do Ecossistema Babitonga?


Embora a identificação clara da figura do pescador nas comunidades do entorno da baía não seja uma tarefa fácil, principalmente por causa da diversificação e da inserção de outras atividades nas comunidades, é possível listar quase 30 grupos com tradição familiar voltada para a pesca atuandono entorno da Babitonga. São mais de 3.000 pescadores filiados às seis colônias de pescadores dos municípios do entorno da Babitonga. Segundo o Diagnóstico Socioambiental do Ecossistema Babitonga, documento lançado no fim do ano passado e que faz parte do material que é a base técnica para a atuação do Grupo Pró-Babitonga, há 27 comunidades de pescadores artesanais na Baía Babitonga: 15 em São Francisco do Sul, uma em Araquari, cinco em Joinville, três em Itapoá, duas em Garuva e uma em Balneário Barra do Sul. Um estudo científico feito em 2012 por Thiago Zagonel Serafini, doutor em Meio Ambiente e Desenvolvimento UFPR (Universidade Federal do Paraná), aponta 12 destas comunidades como as mais expressivas, sendo: Itapema do Norte e Pontal-Figueira (Itapoá); Barrancos (Garuva); Vigorelli e Morro do Amaral (Joinville); Araquari-centro (Araquari); Barra do Sul-centro (Balneário Barra do Sul); e Enseada, Iperoba, Paulas, Praia do Lixo e Estaleiro-Frias (São Francisco do Sul). Quer saber mais? Acesse o Diagnóstico Socioambiental (https://goo.gl/VvE5vF) e participe das reuniões plenárias do Pró-Babitonga, todas as segundas terças-feiras de cada mês.

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